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  HISTÓRICO
No início dos anos 1960, o primatologista Adelmar F. Coimbra Filho estabeleceu as bases para um programa de salvamento do mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia), espécie endêmica do estado do Rio de Janeiro. Na época, restavam cerca de 200 micos na natureza. O Programa de Conservação do Mico-Leão-Dourado começou na década de 1970 por meio da cooperação entre o Instituto Smithsonian /Zoológico Nacional de Washington, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF, atual Ibama) e a Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (atualmente INEA), através do Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (CPRJ).

O compromisso entre estas instituições transformou-se num amplo esforço para preservar, proteger e estudar o mico-leão-dourado e seu habitat. Desde 1992, esse trabalho é liderado pela Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD) e conta com uma rede de parceiros.

Reconhecendo a situação crítica do habitat da espécie, o IBDF criou, em 1974, a Reserva Biológica de Poço das Antas, a primeira unidade de conservação dessa categoria no Brasil. A conservação de espécies, como o mico-leão-dourado, requer a identificação dos fatores que ameaçam a sua sobrevivência. Usando a técnica conhecida como Avaliação da População e Viabilidade do Habitat (em inglês Population & Habitat Viabilty Assessment - PHVA), que permite pesar o efeito de todos esses fatores nos próximos duzentos anos, foram estabelecidas as prioridades para salvar a espécie da extinção.

Uma das conclusões do primeiro PHVA, feito em 1990, é que são necessários dois mil micos-leões-dourados vivendo livres em, pelo menos, 25.000 ha de florestas protegidas e conectadas para considerarmos a espécie salva da ameaça de extinção. O objetivo é alcançar esta meta até 2025. Cerca de 40% da meta já foi obtida em áreas protegidas.

Com muito empenho da AMLD e de cientistas, educadores, gestores públicos, conservacionistas e as comunidades locais é que há hoje 3.200 micos-leões-dourados vivendo livremente. Porém, ainda há muito que ser feito, porque os micos precisam de uma área maior de floresta.

Além da restauração florestal, com plantio de mudas nativas da Mata Atlântica e corredores florestais, a AMLD desenvolve programas de educação ambiental dentro e fora do Brasil.
Atrás, da esquerda para a direita: Lou Ann Dietz, Dionizio Pessamilio, Adelmar Coimbra Filho, Beate Beck, Cecilia Kierulff, Andy Baker, Dr. Benjamin Beck, Dr. Carlos Ruiz Miranda, Dr. James Dietz. Na frente: Kate Bramante, Luiz Fernando Duarte de Moraes, Dr. Alcides Pissinatti, Denise Rambaldi, Andreia Martins, Dra. Devra Kleiman.  A foto foi tirada em 1986 em uma reunião de pesquisadores de micos. Atrás, da esquerda para a direita: Lou Ann Dietz, Dionizio Pessamilio, Adelmar Coimbra Filho, Beate Beck, Cecilia Kierulff, Andy Baker, Dr. Benjamin Beck, Dr. Carlos Ruiz Miranda, Dr. James Dietz. Na frente: Kate Bramante, Luiz Fernando Duarte de Moraes, Dr. Alcides Pissinatti, Denise Rambaldi, Andreia Martins, Dra. Devra Kleiman. A foto foi tirada em 1986 em uma reunião de pesquisadores de micos.

Homenagem a Devra Kleiman e Adelmar Coimbra Filho, fundadores do programa de conservação do MLD.  Foi tirada por Lou Ann na casa dos pesquisadores na REBIO Poço das Antas por volta de 1985 Homenagem a Devra Kleiman e Adelmar Coimbra Filho, fundadores do programa de conservação do MLD. Foi tirada por Lou Ann na casa dos pesquisadores na REBIO Poço das Antas por volta de 1985

Micos-leões-dourados chegando do Smithsonian Zoo ao Brasil, no Galeão, Rio de Janeiro em 08/11/1983 Micos-leões-dourados chegando do Smithsonian Zoo ao Brasil, no Galeão, Rio de Janeiro em 08/11/1983

No centro, Dr. Russsell Mittermeier (atual Presidente da Conservation International e Chair, IUCN Primate Specialist Group, na época do WWF-US) visitando o Projeto Mico-Leão-Dourado na REBIO Poço das Antas, 1983. No centro, Dr. Russsell Mittermeier (atual Presidente da Conservation International e Chair, IUCN Primate Specialist Group, na época do WWF-US) visitando o Projeto Mico-Leão-Dourado na REBIO Poço das Antas, 1983.

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